Generosidade, o fundamento da prosperidade

26/08/2012 17:41

 

Rev. Hernandes Dias Lopes

A generosidade é o caminho da prosperidade.

Quando abrimos o coração e as mãos para socorrer os aflitos, Deus abre sobre nós as janelas dos céus. A generosidade e não a usura é a fonte da verdadeira prosperidade. Vejamos três aspectos da generosidade cristã:


EM PRIMEIRO LUGAR,

A generosidade é uma semeadura que produz farta colheita.

A Palavra de Deus diz: "A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda" (Pv 11.24).

Na economia de Deus, você tem o que dá e perde o que retém.

O dinheiro é como uma semente, só se multiplica quando é semeado. A semente que se multiplica não é a que comemos nem a que guardamos, mas a que semeamos.

A semeadura generosa terá uma colheita farta, pois quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais.

É o próprio Deus quem multiplica a nossa semente e faz prosperar a nossa sementeira, quando abrimos a mão para abençoar.

Mãos abertas produzem bolsos cheios. O contrário, também, é verdadeiro.

Ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á pura perda. Vasa entre os dedos. É como receber salário e colocá-lo num saco furado.

Aqueles que acumulam com avareza o que poderia socorrer o aflito, descobre que esse dinheiro acumulado não pode lhes dar felicidade nem segurança.

Aqueles que ajuntaram fortunas e viveram no fausto e no luxo, deixando à míngua o próximo à sua porta, descobrem que, quando a morte chegar, não poderão levar sequer um centavo.

NÃO HÁ CAMINHÃO DE MUDANÇA EM ENTERRO NEM GAVETA EM CAIXÃO.

Mas aquilo que você dá com generosidade, é como uma semente bendita que se multiplica e alimenta a milhares.


EM SEGUNDO LUGAR,

A generosidade é uma dádiva que produz prosperidade.

A Palavra de Deus é clara em afirmar: "A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado" (Pv 11.25).

A prosperidade não é resultado da usura, mas da generosidade.

A avareza é a mãe da pobreza, mas a generosidade é a genetriz da prosperidade.

Aqueles cujos corações foram abertos por Deus, têm mãos e bolsos abertos para socorrer os necessitados.

Jesus Cristo disse que mais bem-aventurado é dar do que receber.

A contribuição não é um favor que fazemos às pessoas, mas uma graça que recebemos de Deus.

Quando abrimos a mão para ofertar estamos investindo em nós mesmos e semeando em nosso próprio campo.

Quem dá ao pobre empresta a Deus e ele jamais fica em débito com ninguém.

Deus multiplica a sementeira daquele que semeia na vida dos seus irmãos.

Quem dá alívio aos outros, alívio receberá.

Quando damos a beber a quem tem sede, dessedentamos a nós mesmos. O bem que fazemos aos outros, retorna para nós em dobro.


EM TERCEIRO LUGAR,

a generosidade é um empréstimo a Deus, que a ninguém fica devendo.

A Palavra de Deus é enfática: "Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício" (Pv 19.17).

Deus sempre demonstra um cuidado especial aos pobres.

Deus, porém, faz tanto o rico quanto o pobre. Se o pobre é um mistério divino, o rico tem um ministério divino. O rico não deve acumular sua riqueza com avareza, mas distribui-la com generosidade. Deve ser rico de boas obras e ter consciência de que, o que recebe de Deus com abundância, deve ser compartilhado com generosidade. Isso é como emprestar a Deus, pois Deus é o fiador do pobre.

Deus nunca fica em dívida com ninguém. Ele não dá calote. Sua justiça é perfeita e sua misericórdia não tem fim. Ele é a fonte de todo o bem.

Tudo o que temos e somos vem de Deus. Riquezas e glórias vêm das suas mãos.

É ele quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos semeando na vida do nosso próximo. É ele quem nos faz prosperar como fruto da generosidade.

É ele quem nos paga em dobro tudo quanto ofertamos ao pobre.

http://hernandesdiaslopes.com.br/2012/05/generosidade-o-fundamento-da-prosperidade

COMENTÁRIO:

É inconcebível a idéia de que alguém que anda nos caminhos do Senhor, segue seus conselhos, anda em obediência e lealdade não fique próspero.

A prosperidade faz parte do projeto original de Deus para o homem. Isso não é nenhum segredo, e nem concessão especial para uma determinada pessoa. Todos podem experimentar desse progresso em sua vida, basta aceitar o Senhor Jesus como seu único Salvador e Rei de sua vida.

A prosperidade na vida dos servos de Deus é resultado do plantio e da colheita.

Não há e nem pode haver prosperidade na base da barganha entre a criatura e o seu criador.

A tal teologia da prosperidade imposta por inúmeros pregadores, nada mais é do que uma heresia, uma mentira, uma falsa.

O que temos visto e ouvido é que muitos aproveitadores de plantão, estão inventando artifícios para se enriquecerem a custa dos incautos e desconhecedores da Palavra de Deus.

Toalhas ungidas, azeite santo, anéis, faixas, gravatas, lâmpadas, rosas, e outras tantas besteiras jamais farão qualquer efeito diante de Deus. Isso é comércio e é abominável diante de Deus.

Deus não abençoará o homem só porque comprou “umas abobrinhas” ou se filiou a uma igreja como “mantenedor”, “sócio”, “patrocinador” e outros adjetivos que os falsários utilizam para disfarçar seu “método” de arrancar dinheiro, de ludibriar e falsificar os ensinos sagrados.

Nada disso é necessário, muito pelo contrário, esse “sistema” afasta o homem de Deus, pois, assim fazendo, estão negando a fé, e obrigando Deus a satisfazer seus caprichos.

Mantenedor, sócio, patrocinador dá claramente a idéia de clubes esportivos ou recreativos, onde a pessoa paga “jóia” para entrar, e “taxa” mensal para usufruir os benefícios daquela agremiação.

A Casa de Deus é chamada Casa de Oração, e não centro de entretenimentos. Não é mera coincidência que os tais “donos dos clubes” se referem as “reuniões de homens de negócios”, ao invés de se referirem à “cultos” ao Senhor Deus Supremo.

Os sócios desses “clubes neopentecostais” não vão a Igreja cultuar e adorar a Deus vão aos “circos armados” onde se oferecerem entretenimentos, brincadeiras, gincanas, palhaçadas e outras coisas do gênero. Um “verdadeiro bingo”. Arrisquem seus palpites e poderão sair dali com alguma “prenda”. Podem fazer sua oferta...

Os palcos são completamente diferentes dos púlpitos. Os manipuladores de auditórios são completamente diferentes dos pastores.

Enfim... Enquanto existirem espectadores, existirão os circos, e, por sua vez, também, os palhaços.

Que Deus tenha misericórdia de nós.

Pr. Alcindo